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 ABC EXPURGO UM PASSO À FRENTE NO CONTROLE DE PRAGAS    info@abcexpurgo.com.br
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O BioNews foi formatado para oferecer aos leitores internautas informações mais recentes a respeito das pragas urbanas e de seu controle. Algumas curiosidades também farão parte desta página. Quem assina esta coluna é Lucia Schuller, bióloga formada pela Universidade Metodista de S. Paulo, pós Graduada em Entomologia Urbana pela UNESP-SP e em Vigilância Sanitária de Alimentos pela USP-SP.É Bacharel em língua inglesa e português pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Sua formação inclui dois cursos de especialização em pragas urbanas em áreas de alimentos pelo American Institute of Baking e pela Purdue University. Se você tem alguma pergunta a fazer à bióloga, clique no espaço apropriado do Insetos & Cia ou entre na página de atendimento.
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05/04/2021

BARATAS VOADORAS - UMA PRAGA DO VERÃO!!!!

É verão! E com o verão surgem todas as pragas. Siriris revoam nas tardes quentes em busca de um companheiro; formigas abandonam os seus formigueiros em grandes bandos para acasalar e colonizar novos habitats; mosquitos, então, nem se fala. Rodeiam nossas cabeças, perturbam o nosso sono, deixam marcas na pele delicada das crianças, é um horror. Sem falar das formigas, das traças, dos borrachudos, das mutucas, dos ratos, etc.....


07/02/2020

O QUE É A LEPTOSPIROSE, DOENÇA DAS ENCHENTES

 O que é Leptospirose?

A leptospirose é uma doença infecciosa transmitida ao homem pela urina de roedores, principalmente por ocasião das enchentes. A doença é causada por uma bactéria chamada Leptospira, presente na urina de ratos e outros animais (bois, porcos, cavalos, cabras, ovelhas e cães também podem adoecer e, eventualmente, transmitir a leptospirose ao homem).

A doença apresenta elevada incidência em determinadas áreas, alto custo hospitalar e perdas de dias de trabalho, além do risco de letalidade, que pode chegar a 40% nos casos mais graves. Sua ocorrência está relacionada às precárias condições de infraestrutura sanitária e alta infestação de roedores infectados.

Sinonímia: Doença de Weil, síndrome de Weil, febre dos pântanos, febre dos arrozais, febre outonal, doença dos porqueiros, tifo canino e outras. Atualmente, evita-se a utilização desses termos, por serem passíveis de confusão.

IMPORTANTE: As inundações propiciam a disseminação e a persistência do agente causal no ambiente, facilitando a ocorrência de surtos.


12/03/2019

O QUE É A LEPTOSPIROSE, DESCRIÇÃO E SINTOMAS

 Descrição da Leptospirose

É uma doença infecciosa febril de início abrupto, cujo espectro pode variar desde um processo inaparente até formas graves. Trata-se de uma zoonose de grande importância social e econômica, por apresentar elevada incidência em determinadas áreas, alto custo hospitalar e perdas de dias de trabalho, como também por sua letalidade, que pode chegar a 40%, nos casos mais graves.

Sua ocorrência está relacionada às precárias condições de infraestrutura sanitária e alta infestação de roedores infectados. As inundações propiciam a disseminação e a persistência do agente causal no ambiente, facilitando a ocorrência de surtos.

Quais são os sintomas da Leptospirose?

Os principais da leptospirose são:

·         febre;

·         dor de cabeça;

·         dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas.

Podem também ocorrer vômitos, diarreia e tosse. Nas formas graves, geralmente aparece icterícia (pele e olhos amarelados), sangramento e alterações urinárias. Pode haver necessidade de internação hospitalar.

O período de incubação, ou seja, tempo que a pessoa leva para manifestar os sintomas desde a infecção da doença, pode variar de 1 a 30 dias e normalmente ocorre entre 7 a 14 dias após a exposição a situações de risco.


12/03/2019

Mais de mil cidades podem ter surto de dengue, zika e chikungunya

 Ao todo, 5.191 municípios realizaram algum tipo de levantamento que classifica o risco de aumento das doenças causadas pelo Aedes aegypti.

O novo Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) indica que 1.153 municípios brasileiros (22%) apresentaram um alto índice de infestação, com risco de surto para dengue, zika e chikungunya.

O Ministério da Saúde alerta a necessidade de intensificar as ações de combate ao Aedes aegypti, mesmo durante o outono e inverno, em todo o país. Ao todo, 5.191 municípios realizaram algum tipo de monitoramento do mosquito transmissor dessas três doenças, sendo 4.933 por levantamento de infestação (LIRAa/LIA) e 258 por armadilha. A metodologia da armadilha é utilizada quando a infestação do mosquito é muito baixa ou inexistente.


08/06/2018

Flagrante de ratos em Supermercado em Cpo Gde, MS


05/06/2018

CONTROLADORES DE PRAGAS URBANAS


25/04/2018

Febre amarela tem 32 novos casos em uma semana em SP

 A Secretaria Estadual de Saúde divulgou nesta sexta-feira (6) os números atualizados da febre amarela em São Paulo. Desde o ano passado, 433 pessoas foram infectadas pelo vírus da doença, 163 morreram.


Os dados mostram que, apesar das campanhas de vacinação, o número de casos continua crescendo. Em uma semana, 32 pessoas contraíram febre amarela. No boletim divulgado no dia 30 de março, eram 401 casos confirmados. 


O número de pessoas vacinadas, no entanto, não aumentou. Tanto o boletim do dia 30 quanto o boletim desta semana indicam cerca de 7,3 milhões de pessoas imunizadas desde o início do ano. Durante todo o ano de 2017 foram vacinadas 7,4 milhões de pessoas.


Atualmente, existe indicação de vacina em 575 dos 645 municípios paulistas.


O município com o maior número de casos confirmados de febre amarela no estado é Mairiporã, com 157 pessoas infectadas e 42 mortes. Isso corresponde a 36,2% das infecções.


Em segundo lugar está Atibaia, que responde por 12,4% dos casos confirmados. São 54 pessoas infectadas e 18 mortes. Juntas, as duas cidades concentram quase 50% dos casos.


Em seguida estão Nazaré Paulista com 23 casos e 10 mortes e Guarulhos com 15 casos e 5 mortes. A capital é a quinta cidade com o maior número de casos confirmados: 11, até o momento, 7 paulistanos morreram.


Campanha de vacinação contra a febre amarela


Embora a campanha de vacinação fracionada contra a febre amarela tenha terminado no estado, os municípios que ainda não vacinaram toda a população continuam oferecendo as doses para os moradores que querem se proteger contra o vírus.


Na capital, a campanha segue até o dia 30 de maio. Quem quiser se vacinar deve ir até uma unidade de saúde, apresentar um documento de identificação com foto e, se possível, carteira de vacinação e cartão SUS.



Fonte: http://www.jornalnanet.com.br


13/04/2018

CASOS DE FEBRE AMARELA AUMENTAM 91% EM TRES MESES NO RJ

 Só em março, os números subiram mais de 90%; já são 72 mortes causadas pela doença no Estado

 

 Casos de febre amarela chegam a 197 em três meses


Apesar das campanhas de vacinação iniciadas no meio do ano passado e intensificadas a partir de janeiro, os casos de febre amarela no Estado não param de crescer. De janeiro até o começo de abril deste ano, os casos passaram de cinco para 197. Somente no mês de março, os casos aumentaram em 91%. Até o momento, 72 duas pessoas morreram no Rio por conta da doença.


 

09/04/2018

Entrevista da bióloga Lucia Schuller no programa Todo Seu


09/04/2018

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